Enfam realiza oficina teoria e prática para 35 magistrados

A Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) realiza nos dias 16 e 17 a Oficina teoria e prática – Metodologias Ativas para 35 magistrados. A ação educacional integra o Programa de Formação de Formadores.

A condução dos trabalhos será da equipe formada pelo juiz Ricardo Cunha Chimenti, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e integrante do Grupo de Trabalho dos Juizados Especiais, pelo desembargador Cláudio Martinewski, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), pelo juiz de Direito José Henrique Torres (TJSP), pela coordenadora pedagógica da Enfam, Marizete da Silva Oliveira, pelos professores Mânia Marislaine Neves Silveira e Erisevelton Silva Lima e pela pedagoga Liliane Campos Machado.

A programação da oficina inclui os temas Especificidades do ato de ensino e aprender, noções de planejamento – curso e aula; Teoria e prática da metodologia ativa e da avaliação; Estratégias de ensinagem para os cursos Juizados Especiais Estaduais e Teoria e prática do Novo Código de Processo Civil. Após a exposição dos temas, serão realizadas atividades práticas. Ao final do curso, será feita a avaliação.

Futuramente os magistrados atuarão como formadores no curso O Sistema dos Juizados Especiais. A ação de formação terá carga horária de 13 horas. Os formadores interessados em certificação como curso farão atividade complementar.

Metodologia

Durante a realização da oficina, serão utilizadas metodologias ativas que permitem a formulação de novos conhecimentos, a reflexão e a reestruturação das práticas avaliativas utilizadas pelos formadores.

De modo específico, o objetivo da oficina é preparar os participantes para que tenham condições de estabelecer conceitos básicos de avaliação em uma perspectiva formativa e adequada aos princípios da metodologia ativa; definir as relações existentes entre a avaliação e os demais aspectos do processo de ensino e de aprendizagem; desenvolver formas, procedimentos e instrumentos de avaliação e definir critérios para orientar processos avaliativos numa perspectiva formativa.