2º Encontro Nacional do Programa Novos Caminhos será nos dias 5 e 6 de agosto

Evento é organizado pela Corregedoria Nacional de Justiça e ocorrerá em Brasília

A Corregedoria Nacional de Justiça promove, nos dias 5 e 6 de agosto, o 2º Encontro Nacional do Programa Novos Caminhos. Realizado em Brasília, o evento tem apoio da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e reunirá magistradas e magistrados, servidoras e servidores, representantes de tribunais, órgãos públicos e instituições parceiras para discutir estratégias para ampliar as oportunidades destinadas a adolescentes e jovens em acolhimento institucional.

O encontro marcará a ampliação da rede nacional de parceiros do programa, com a adesão do Instituto de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB), que disponibilizará vagas de aprendizagem em cartórios; da Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio do Sesi e do Senai; da Confederação Nacional do Comércio (CNC), por intermédio do Senac; e do Sebrae, que oferecerá trilhas de capacitação aos jovens. Os acordos de cooperação técnica também permitirão que os jovens atendidos pelo Programa Novos Caminhos tenham acesso aos serviços já oferecidos por essas instituições.

Outro destaque da programação será a apresentação do PNC Digital, nova ferramenta desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para ampliar o alcance da política pública implementada pela Corregedoria Nacional. A plataforma reunirá informações estratégicas e permitirá conectar os jovens às oportunidades oferecidas por instituições parceiras nas áreas de educação, qualificação profissional, trabalho, saúde e outros serviços.

Acesse a programação do evento, que conta com painéis, salas temáticas e oficinas. O encerramento terá uma plenária nacional sobre o Mapa do Brasil Novos Caminhos.

Sobre o Programa Novos Caminhos
Instituído pela Resolução CNJ n. 543/2024, o Programa Novos Caminhos consolidou uma política do Poder Judiciário voltada à construção de oportunidades para que adolescentes e jovens entre 14 e 18 anos, que vivem em instituições de acolhimento, possam alcançar a vida adulta com cidadania plena e maior estabilidade. Embora 6.270 crianças e adolescentes institucionalizados estejam aptos à adoção, milhares de jovens se aproximam da maioridade sem serem adotados.

Com informações do CNJ