Enfam oferece trilhas de aprendizagem sobre heteroidentificação e coordenação educacional

Inscrições estão abertas até o dia 31 de agosto

Estão abertas as inscrições para a realização de trilhas de aprendizagem autoinstrucionais sobre Heteroidentificação e sobre Coordenação Educacional, com enfoque na educação judicial. Os cursos foram desenvolvidos pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) a partir de consultoria desenvolvida com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do projeto Formação Judicial Qualitativa.

As pessoas interessadas devem se inscrever até o dia 31 de agosto: acesse o formulário de inscrição para a trilha de Heteroidentificação, e formulário de inscrição para a trilha de Coordenação Educacional.

Trilha Heteroidentificação
O conteúdo, com carga horária de 18 horas/aula, foi desenvolvido pela magistrada Mara Lina Silva do Carmo e pelo professor Rodrigo Ednilson de Jesus, com suporte da pedagoga Ana Luiza Reis Silva. O objetivo é capacitar servidores de instituições públicas e privadas e membros da sociedade civil interessados em compor comissões de heteroidentificação no Judiciário.

Entre os estudos apresentados nos trilhos estão a história do conceito de raça e do racismo no Brasil, bem como as ideologias que contribuirão para construir a história recente da sociedade brasileira, como teorias do branqueamento racial, mito da democracia racial e teoria da mestiçagem irrestrita.

Trilha Coordenação Educacional
Criada pelos magistrados Marcos Porta e Vladimir Vitovsky, e pelas servidoras Daiane Firino e Kamilla Mizuno, a trilha aborda as principais competências necessárias para o trabalho em uma coordenação educacional voltada à educação judicial. O conteúdo completo tem carga horária de 50 horas/aula.

Ao longo dos trilhos, são abordados temas como Identidade institucional e fundamentos da educação judicial; Arquitetura pedagógica das soluções de aprendizagem; Gestão, liderança e articulação da coordenação educacional; Tecnologias digitais e inteligência artificial a serviço da coordenação educacional na educação judicial; e Avaliação, monitoramento e melhoria contínua na coordenação educacional.