STJ realiza seminário sobre planejamento sustentável do Poder Judiciário

Nesta quinta-feira, evento discutirá temas como descarbonização, inteligência artificial e sustentabilidade na Administração Pública

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realizará, nesta quinta-feira (25), das 10h30 às 18h30, a 13ª edição do Seminário de Planejamento Estratégico Sustentável do Poder Judiciário (XIII SPES).

O encontro é promovido anualmente, desde 2014, pela Assessoria de Gestão Sustentável do Tribunal e se consolidou como um espaço de troca de experiências e debates sobre os desafios da sustentabilidade na Administração Pública, especialmente no Judiciário. O evento será totalmente online, com transmissão pelo canal do STJ no YouTube.

Destinado principalmente a gestores da área de sustentabilidade dos órgãos do Judiciário, o seminário também reúne servidores de diferentes instituições e esferas governamentais, além de interessados no tema. As pessoas interessadas em participar devem preencher formulário de inscrição online.

A abertura está prevista para as 10h30, com participação do presidente do STJ, ministro Herman Benjamin. A programação contará com cinco painéis ao longo do dia. Pela manhã, o primeiro painel discutirá o Programa Justiça Carbono Zero e os desafios relacionados à descarbonização do Judiciário, com representantes de instituições como o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

À tarde, serão realizados quatro painéis que abordarão temas como contratações públicas sustentáveis, uso de inteligência artificial em soluções e monitoramento no setor público, inclusão socioprodutiva de cooperativas de catadores de materiais recicláveis e a aplicação do Protocolo de Crise Socioambiental no âmbito do Judiciário.

O evento também terá a participação de especialistas e representantes de órgãos como a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Universidade de Brasília (UnB), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), além de outras instituições do sistema de Justiça.

Com informações do STJ.